Blog do Olnei


08/01/2009


São Paulo

Muito já se disse sobre São Paulo. A terra  da garôa, das oportunidades, a locomotiva do Brasil. Esta cidade que não para, não dorme, não descansa.  A cidade das pontes e viadutos imponentes.

Aqui também há um povo hospitaleiro, gentil e caloroso. A São Paulo de todos os brasileiros é também a cara do Brasil.

 

Escrito por Olnei às 00h27
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Tradução do Linux Advocacy mini-HOWTO

Linux Advocacy mini-HOWTO
Traduzido por Augusto C. Campos a partir do Linux Advocacy Mini-HOWTO, de Paul L. Rogers

Apresentação

A defesa do Linux é interesse de grande parte dos usuários, e se dá através de participação ativa em fóruns, chats e listas de discussão, propaganda boca-a-boca, consultoria formal e informal, palestras, seminários e de muitas outras formas.

Entretanto, como qualquer outro tema controverso, a escolha de um sistema operacional pode dar margem a muitas discussões, e existem maneiras corretas e incorretas de lidar com elas. Muitos usuários apaixonados pelo sistema acabam causando mais dano do que bem à sua imagem quando atribuem a eles qualidades que ele não possui, ou quando esquecem a realidade e discutem baseado apenas na ideologia.

O que segue é uma tradução parcial e comentada do Linux Advocacy Mini-HOWTO, integrante da base de documentos do Linux Documentation Project e de autoria de Paul L. Rogers. Esta tradução será realizada nos termos da nota de copyright que consta na versão 0.5c do documento, datada de 3 de maio de 2000. O objetivo é a publicação no site que mantenho (BR-Linux.org), e a redistribuição e republicação é encorajada, idealmente mantendo a íntegra desta apresentação e necessariamente atendendo às notas de copyright do documento original.

3. Introdução

A comunidade Linux sabe há algum tempo que para diversas aplicações o Linux é um produto estável, confiável e robusto (embora não seja perfeito). Infelizmente ainda há muita gente, incluindo tomadores de decisões, que continua inconsciente da existência do Linux e de suas capacidades.

Para que o Linux e os demais componentes de suas distribuições possam atingir seu pleno potencial, é crítico que encontremos nossos “consumidores” potenciais e façamos a defesa (tomando o cuidado de não prometer mais do que devemos) do uso do Linux nas aplicações apropriadas. A razão do sucesso dos produtos de várias companhias nem sempre reside em sua superioridade técnica, mas também em sua capacidade de marketing.

Se você gosta de usar o Linux e gostaria de contribuir algo para a comunidade, considere atuar em uma ou mais das idéias deste mini-HOWTO e ajude outras pessoas a saber mais sobre o Linux.

Defendendo o Linux

Compartilhe suas experiências pessoais (boas e más) com o Linux. Todos sabem que os softwares possuem falhas e limitações, e se só tivermos comentários positivos, não estaremos sendo honestos. Eu [o autor original!] adoro mencionar sobre ter dado apenas 4 reboots (3 agendados) em três anos.

Se alguém tiver um problema que o Linux possa resolver, ofereça-se para fornecer indicação para as informações apropriadas (páginas da web, artigos de revistas, livros, consultores…). Se você não tiver de fato utilizado a solução que irá propor, mencione este fato.

Ofereça-se para ajudar alguém a começar a usar o Linux. Acompanhe-o, para ter certeza de que ele está em condições de usar o sistema efetivamente.

Algumas pessoas ainda acreditam que o Linux e sistemas similares operam apenas em modo texto. Assegure-se de que eles estejam cientes da existência de aplicações gráficas, como o Gimp (www.gimp.org)

Tente responder a uma pergunta de novatos a cada semana. Procure as questões mais difíceis, você pode ser o único capaz de respondê-las, e pode até acabar aprendendo alguma coisa no processo. Mas se você não está confiante na sua capacidade de responder corretamente, encontre alguém que possa.

Procure pequenas empresas de desenvolvimento de software e ofereça-se para fazer uma apresentação sobre o Linux.

Se surgir uma oportunidade, faça uma apresentação para o Setor de Informática da empresa onde você trabalha.

Participe de eventos da área de informática na sua comunidade ou região. Embora sua primeira prioridade deva ser contribuir para o sucesso do evento, use a oportunidade para que outras pessoas saibam o que o Linux pode fazer por elas.

Sempre considere o ponto de vista da pessoa a quem você está “vendendo” o Linux. Suporte, confiabilidade, interoperabilidade e custo são alguns dos fatores que um tomador de decisões precisa considerar - e o custo pode ser o menos importante deles.

A disponibilidade de suporte é muitas vezes mencionada como uma preocupação ao considerar a possibilidade de adoção de uma solução Linux. Mas várias empresas (inclusive no Brasil) podem ser contratadas para oferecer suporte, inclusive na modalidade 24/7 desejada por muitas empresas. E há também o suporte livre oferecido pela própria comunidade através da Internet.

Esclareça que a produção de software livre acontece em um ambiente de colaboração entre projetistas, analistas, programadores, testadores, escritores e usuários, que frequentemente resulta em produtos robustos e bem documentados como o Apache, GNU Emacs e o kernel do Linux.

Levante-se para que possam contá-lo! Registre-se no counter.li.org

Encontre um novo lar para seus CDs e livros de Linux que você não irá mais usar. Dê-os para alguém interessado em Linux, uma biblioteca pública, ou o clube de informática de uma escola. Mas antes certifique-se de que isto não irá violar a licença de distribuição de nenhum dos materiais doados, e informe ao pessoal da Biblioteca que o material do CD-ROM é livremente redistribuível. Acompanhe para se certificar de que ele seja realmente colocado nas prateleiras.

Quando comprar livros sobre software distribuído com o Linux, dê preferência a livros cujo autor é também o responsável pelo software - frequentemente os royalties da venda dos livros são a única renda que os autores recebem pelo seu trabalho.

Participe! Se você se beneficiou de um software livre, considere auxiliar a comunidade:
- submeta relatos detalhados sobre bugs
- escreva alguma documentação
- crie arte relacionada
- compartilhe seu talento administrativo
- sugira melhoramentos
- forneça suporte técnico
- contribua software
- doe equipamentos
- forneça apoio financeiro

Finalmente, tenha em mente que todos nós temos problemas mais sérios que a escolha de um ambiente operacional.

Códigos de conduta

Como um representante da comunidade Linux, participe de listas de discussão e fóruns de maneira profissional. Evite o uso de palavrões e o uso de linguagem vulgar. Suas palavras vão melhorar ou piorar a imagem que o leitor tem sobre a comunidade Linux.

Evite as hipérboles e afirmações sem substância a qualquer custo. É antiprofissional e resulta em discussões improfícuas.

Uma resposta bem argumentada a uma mensagem de lista ou fórum irá não apenas fornecer a informação da qual os seus leitores necessitam, como ainda irá aumentar o nível de respeito que eles têm por seu conhecimento e capacidade.

Se oferecerem isca para uma discussão desnecessária (flame war), não morda o anzol.

Lembre-se de que se você insultar ou for desrespeitoso com alguém, suas experiências negativas podem vir a ser compartilhadas com muitos outros. Se você ofender alguém, tente acertar-se assim que possível.

Concentre-se no que o Linux tem para oferecer. Não há necessidade de falar mal da concorrência. O linux é um produto sólido o suficiente para brilhar por seus próprios méritos.

Respeite o uso de outros sistemas operacionais. Apesar de o Linux ser uma excelente plataforma, ele não atende às necessidades de todo mundo.

Refira-se a outros produtos pelo seu nome próprio. Não há nada a ganhar ao tentar ridicularizar os produtos de outras empresas através de grafias criativas de seus nomes. Se queremos respeito para o Linux, devemos também respeitar os outros produtos.

Dê crédito a quem o merece. O Linux é o kernel. Sem os esforços de muitas pessoas envolvidas no projeto GNU, no MIT, Berkeley e outras numerosas demais para serem citadas aqui, o kernel do Linux não seria tão útil.

Não insista que o Linux é a única alternativa para uma determinada aplicação. Software livre também é liberdade de escolha.

Você encontrará casos onde o Linux não é uma alternativa. Seja o primeiro a reconhecer este fato, e ofereça outra solução.

Grupos de usuários

Participe de um grupo local de usuários. Se não houver nenhum grupo de usuários na sua área, inicie um.

Disponibilize palestrantes para organizações interessadas em saber mais sobre o Linux.

Emita comunicados sobre suas atividades para a imprensa local

Seja voluntário para configurar um sistema Linux para as organizações comunitárias locais. O processo deve incluir treinamento e documentação para permitir a manutenção.

Relações com fornecedores

Ao contemplar a aquisição de equipamentos, pergunte ao fornecedor sobre o suporte a Linux e experiência de outros usuários do produto com o Linux.

Considere apoiar vendedores que suportam produtos baseados no Linux

Apóie fornecedores que doam parte da sua receita para organizações como a Free Software Foundation ou seus equivalentes. Se possível, faça uma doação pessoal para uma destas organizações.

Escrito por Olnei às 23h51
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20/12/2008


Acordo Ortográfico na CBN

A rádio CBN fez uma série de entrevistas sobre o Acordo Ortográfico a vigorar para a língua portuguêsa  já a partir do próximo ano. As entrevistas estão disponíveis no cbn.com.br. No site, colocaram alguns exemplos, que dão medida de como será esta nova reforma no nosso idioma, que reproduzo aqui :

 

A CBN vai adotar, a partir de primeiro de janeiro de 2009, as mudanças na escrita estabelecidas na reforma ortográfica cujo decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro de 2008. A reforma da ortografia pretende unificar o registro escrito nos oito países que falam português: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.

De 2009 até 31 de dezembro de 2012, ou seja, durante quatro anos, o país terá um período de transição, no qual ficam valendo tanto a ortografia atual quanto as novas regras. Assim, concursos e vestibulares deverão aceitar as duas formas de escrita. Nos livros escolares, a incorporação das mudanças será obrigatória a partir de 2010.

O que muda com a reforma ortográfica?

# O "k", o "w" e o "y" entram no alfabeto, que passa a ter 26 letras.

# O trema desaparece nas palavras em português. Só fica em palavras estrangeiras como Hübner e Müller. A pronúncia não muda.

Exemplos:
agüentar => aguentar
aqüífero => aquífero
tranqüilo => tranquilo
bilíngüe => bilíngue

# O acento agudo desaparece nos ditongos abertos "ei" e "oi", em palavras como "idéia" e "heróico", que ficarão "ideia" e "heroico". A pronúncia não muda.

# O acento circunflexo desaparece com o duplo "o" e o duplo "e", como "vôo", "enjôo", "crêem", "lêem", "dêem" e "vêem", que passam a ser escritas da seguinte forma: "voo", "enjoo", "creem", "leem", "deem" e "veem".

# Desaparecem os acentos agudos ou circunflexos que servem para diferenciar palavras como:
pára (do verbo parar) ≠ para (preposição) => para
péla (do verbo pelar) ≠ pela (combinação da preposição por + a) => pela
pêlo (substantivo) ≠ pelo (combinação da preposição por + o) => pelo

Observação:
Os acentos só não desaparecem em:
pôr (verbo - infinitivo) ≠ por (preposição)
pôde (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) ≠ pode (3ª do singular do presente do indicativo)

# O hífen some quando o segundo elemento da palavra começar com "s" ou "r". Nestes casos, as consoantes devem ser dobradas, como em "antissemita" (hoje "anti-semita"), "antirreligioso" (atualmente "anti-religioso") e "contrarregra" (hoje "contra-regra").

Exceção:
Quando os prefixos terminam em "r", se mantém o hífen, como em "hiper-requintado" e "super-resistente".

Ponto em aberto
O acordo não define todos os usos de hifens, por exemplo. Assim, palavras como pé-de-cabra, re-erguer ou re-ratificação ainda dependem da elaboração de um vocabulário pela Academia Brasileira de Letras e pelos órgãos dos outros sete países signatários.

Escrito por Olnei às 23h33
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openSUSE 11.1

Usuário Linux já a algum tempo, tenho experimentado diversas distribuições (ouso dizer quase todas mais conhecidas) ao longo deste ano. Ultimamente, estava usando o Ubuntu, que era a distribuição mais amigável para o usuário doméstico comum. Digo era, porque após baixar e instalar esta última versão do Suse, creio eu, que o Ubuntu perdeu este posto. O openSUSE 11.1 está muito fácil de instalar, configurar e usar. Uma coisa que me chamou a atenção foi no reconhecimento de hardwares. Tenho no notebook, uma placa wireless Atheros 243 que, para fazer funcionar no Ubuntu, tive quen pesquisar bastante no Google até encontrar uma forma de fazer o  driver funcionar. Pois bem, o Suse a reconheceu de primeira e não tive que fazer nada. Uma vez adicionados os repositórios, no meu caso, apenas o Packman, temos todos os aplicativos necessários para ouvir mp3, assistir DVD's e ripar CD's. Simples e sem nenhuma dor de cabeça.

Creio que encontrei a minha distro favorita. Nas minhas máquinas, agora, só openSUSE.

As imagens para baixar, você encontra aqui : http://www.opensuse.org/pt-br/.

 

Escrito por Olnei às 21h16
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11/12/2008


ODF, o esperanto dos arquivos

Sempre fui um entusiasta do software livre e código aberto. Atualmente, há uma campanha em nível mundial, para adoção do formato aberto para documentos, o ODF. Nada mais justo, que um documento gerado hoje, possa ser lido daqui a alguns anos com a mesma qualidade e clareza. Dentro desta filosofia, um fato parece ter chamado a atenção de vários governos nacionais, foi quando em meio à tragédia do tsunami, pessoas morreram sem ajuda,  porque as equipes de socorro não conseguiram se entender em virtude de os documentos e planilhas trocadas, não  chegavam claras ao outro lado devido ao formato.

Aqui segue o artigo do João Fernando,  publicado no www.bestlinux.com.br :ODF: Há um esperanto dos arquivos

Escrito por João Fernando
31-Mar-2007

Um grupo de empresas quer instituir um idioma universal dos documentos eletrônicos - e enfraquecer o domínio da Microsoft nesse lucrativo mercado.

A operação de auxílio às vítimas do tsunami no final de 2004 foi marcada por todo tipo de dificuldade. Percalços seriam inevitáveis em uma tragédia dessa proporção, que deixou um rastro de 200 000 mortes no Sudeste Asiático. Mas as equipes enviadas por mais de 60 países depararam com um problema inesperado: os relatórios e as planilhas trocados entre elas muitas vezes não abriam ou sofriam perdas de configuração que comprometiam seu entendimento. Como se não bastasse a dimensão da tragédia, os trabalhos de resgate e apoio às vítimas tiveram de enfrentar as complicações da tecnologia. Evitar situações como essa é um dos objetivos que levaram um grupo de pesos pesados da indústria de tecnologia, incluindo nomes como IBM, Sun Microsystems, Oracle e Google, a apoiar a criação de um padrão universal para documentos de escritório. Assim nasceu o Open Document Format, ou simplesmente ODF.

Essa poderia ser apenas a última sopa de letras num mercado notoriamente afeito a siglas incompreensíveis, mas é bem mais do que isso. O ODF é especialmente importante por dois motivos. O primeiro é que o padrão funciona como uma espécie de esperanto dos arquivos de computador, um idioma universal que garante a comunicação entre programas de origens diferentes, sem a necessidade de um intérprete. Mas o principal motivo é que essa tecnologia oferece uma garantia de que as montanhas de arquivos eletrônicos gerados diariamente poderão ser lidos no futuro. Quando uma companhia ou um órgão público cria documentos num formato proprietário, está amarrado a um fornecedor de software. Como saber se o fornecedor em questão estará no mercado dentro de, digamos, 20 anos? Ou 50 anos? "Se a carta de Pero Vaz de Caminha tivesse sido escrita com base em um conjunto de caracteres dominados por um único fornecedor, hoje provavelmente não seríamos capazes de lê-la", diz André Echeverria, diretor de marketing da subsidiária brasileira da Sun Microsystems.

Não é à toa que são os governos que prestam mais atenção no ODF. Desde janeiro, os documentos públicos do estado americano de Massachusetts são criados somente em ODF. Minnesota e Texas logo seguiram o exemplo e ainda neste ano votarão projetos de lei que tornam o padrão aberto obrigatório para arquivos públicos, incluindo textos, planilhas e apresentações. Em março foi a vez da Califórnia, do governador Arnold Schwarzenegger. O Brasil foi um dos pioneiros em abraçar o ODF. Já existe uma recomendação do governo federal para que órgãos públicos utilizem esse padrão. Embora ela não tenha força de lei, Rogério Santanna, secretário de Logística e Tecnologia do Ministério do Planejamento, espera que a diretriz seja seguida. "Temos de arquivar documentos por décadas ou mesmo séculos."

Todo esse burburinho chamou a atenção da Microsoft, que domina amplamente o mercado de programas para escritório. A onipresença do pacote Office -- que, ao lado do Windows, responde pela maior parte dos lucros -- deixa a companhia de Bill Gates numa situação extremamente confortável. A empresa não precisa se preocupar em garantir que seus programas abram arquivos de fornecedores rivais. O contrário não é verdadeiro: todos os fabricantes se esforçam para que seus produtos sejam compatíveis com o Office. Se o ODF for amplamente disseminado, a Microsoft perderá essa vantagem. Uma porta -- vá lá, uma fresta -- terá sido aberta para que outros programas ganhem mercado.

A Microsoft diz que não é contra padrões universais e criou um adaptador para que os programas do Office trabalhem com ODF, o que é também uma forma de garantir que seus produtos não serão automaticamente varridos de governos que optarem pelo ODF. Mas a gigante foi além e tenta aprovar outro formato aberto, o Open XML, sob a alegação de que o ODF é muito pobre em funcionalidades. Ditar o padrão vigente no mercado é um trunfo valioso no mundo da tecnologia. Exemplos não faltam. Nas décadas de 70 e 80, o VHS (da JVC) e o Betamax (da Sony) brigaram para definir o padrão de vídeos. No final, o VHS ganhou a peleja e o Betamax acabou restrito a uso profissional, sobretudo em emissoras de TV. Num caso mais recente, o Blu-ray, formato de disco óptico com grande poder de armazenamento, disputa com o HD-DVD qual será o substituto dos atuais DVDs. Com a chegada do Open XML, o ODF enfrentará o mesmo tipo de concorrência. A boa notícia é que ambos são padrões abertos, que garantirão maior independência tecnológica para empresas e governos. Parece certo que haverá um esperanto dos arquivos de escritório. Resta saber quem determinará as regras gramaticais desse idioma universal dos computadores.

 

 

 

Escrito por Olnei às 21h29
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Artigo do Jon Maddog, presidente Linux Fundation

[Reflexões de um cachorro louco] Caro sr. Obama – pequenas e médias empresas

Publicado em 09/12/2008 às 13:59 Origem: http://www.linuxnewmedia.com.br/noticia/blog_maddog_caro_sr_obama Por Jon ‘maddog’ Hall

Prezado presidente eleito Obama,

Como parte de sua campanha, o senhor foi um defensor das pequenas e médias empresas (PMEs). Concordo com essa filosofia, já que tantas pessoas nos Estados Unidos estão empregadas em PMEs, e já que uma grande parte da nossa economia é baseada em PMEs. Na indústria dos computadores há uma coisa conhecida como Software Livre, que é um tipo de software que assegura a disponibilidade do código-fonte da solução de software para o usuário final. Ele permite que o usuário final tome uma decisão de negócios sobre usar o software da forma como ele existe ou alterar o software para deixá-lo de acordo com as suas necessidades como usuário. Algumas dessas mudanças são simples reparos no software que seu criador não tinha tempo ou conhecimento para realizar. Às vezes essas mudanças são extensões do software que permitiriam que o usuário final usasse o software de formas impossíveis sem tais extensões. Em todos os casos, o usuário final pode tomar uma decisão com base em sua economia e seu negócio, em vez de ficar restrito pelas capacidades ou economia do fornecedor do software. As pessoas afirmarão que não se pode ganhar dinheiro com Software Livre. Isso simplesmente não é verdade. Embora alguns desses softwares sejam escritos por pessoas em seus empregos ou hobbies (engenheiros de sistemas, músicos, meteorologistas etc.) e depois entregues como contribuição à comunidade do software, boa parte dele é escrita mediante um pagamento, como um serviço de integração, consultoria e manutenção, em vez de sob a forma de produto. Empresas de sistemas computacionais como IBM, Hewlett Packard e Sun Microsystems já viram que liberar seus softwares permite que mais pessoas comprem seus hardwares e serviços do que o software proprietário de código fechado permitiria. Companhias unicamente de software, como Red Hat e Novell, provam que as técnicas do Software Livre podem empregar pessoas e fazer dinheiro. Empresas como Digium, que trabalham com um pacote de software livre conhecido como Asterisk, são relativamente jovens, mas empregam centenas de pessoas diretamente e outras milhares ao redor do mundo instalando e ajustando seu software livre para seus clientes. Acredito que o software de código fechado esteja impedindo nosso avanço. No princípio do código fechado, ele reduzia o custo de soluções únicas feitas sob medida e as substituía por softwares commodities da revolução do PC. Entretanto, assim como várias revoluções, a do PC sobreviveu a sua utilidade e agora as empresas que produzem gigantescos volumes desse código fechado lutam para se ajustar às necessidades dos mercados que consistem em bilhões de usuários. O modelo proprietário de código fechado não é escalável. O problema é que com um dado número de engenheiros para um pequeno número de usuários finais, é possível criar um produto que resolva 80 a 90% das necessidades de 80 a 90% desses usuários finais. Isso significa que há uma diferença de funcionalidade entre 19 e 26% do que as pessoas precisam. Para uma pequena empresa, isso é contornável, mas numa grande empresa (ou num governo) isso se torna uma diferença que representa bilhões de dólares de perda de produtividade, o que é inadmissível. Além disso, conforme aumenta a base de clientes da empresa, e a variedade de produtos necessários para essa base se expande até incluir pessoas com muitos idiomas, culturas e necessidades diversas, o modelo proprietário de código fechado quebra completamente, e a diferença de funcionalidade se torna um gasto enorme e mundial. Usando Software Livre, pequenas empresas de consultoria e integração podem florescer, trabalhando diretamente com o consumidor final para ajustar o software de acordo com suas necessidades. Essas pequenas empresas de consultoria podem empregar muitos especialistas com altos salários, com um overhead bem mais baixo e uma capacidade de se adaptar mais rapidamente às necessidades de clientes individuais do que o grande fornecedor de softwares. Essas pequenas empresas se encaixariam perfeitamente no seu plano de gerar empregos para a classe média e canalizar a verba gasta para os trabalhadores. Suas reduções de taxas para pequenas empresas incentivariam essas empresas a expandirem e melhorarem, em vez de demitirem pessoas. O senhor utilizou a Internet de forma sábia durante sua campanha. Sei que o senhor utilizou Software Livre para abrigar seus websites, enviar seus emails, exibir seus vídeos e em outras tarefas. O senhor experimentou a qualidade do software, a capacidade de mudança do software para se adequar as suas necessidades e o valor de ter controle sobre o software e seu funcionamento. Eu peço que o governo estimule a pesquisa em software com financiamento de verba pública (ou mesmo com grande financiamento de verba do governo) para que os resultados sejam livres de patentes, publicados e Software Livre. O público pagou a pesquisa uma vez com seus impostos. Por que eles deveriam pagar novamente? A pesquisa em software feita para as forças armadas deveria ser Software Livre sempre que não se tratasse de uma questão de segurança nacional. As universidades que recebem auxílio e verbas federais não deveriam ensinar sobre “produtos de software” em seus cursos. Elas deveriam ensinar princípios de software. Acredito que esses princípios de software são melhor ensinados com uso do Software Livre. Peço que o governo considere usar Software Livre em novos projetos, novos escritórios e no campo militar. A questão feita pelo comprador do software para uso público não deveria ser “Devemos usar Software Livre?”, mas “Por que não podemos usar Software Livre?”. Como o senhor sabe, quando o governo utiliza um conjunto específico de software para seu próprio uso, os fornecedores do governo freqüentemente usam o mesmo software. O governo abraçar o conceito de Software Livre significaria que milhares de PMEs poderiam florescer para desenvolver e adequar esse software às necessidades das empresas dos EUA. Há outros motivos para usar Software Livre, e exemplos de como o Software Livre permite a inovação quando o software proprietário de código fechado não o faz. Eu gostaria de encontrar seu novo Chief Technology Officer ou qualquer um de seus funcionários para discutir sobre esse assunto. Atenciosamente, Jon “maddog” Hall, Diretor Executivo Linux International Referências: Linux New Media Editora do Brasil

Escrito por Olnei às 15h11
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09/12/2008


Vivo, atendimento horroroso!

Alguém precisa avisar para a operadora Vivo, de que já estão valendo as regras para um atendimento respeitoso para com os clientes. Ao que parece, eles não  sabem disso. O atendimento ali é simplesmente horroroso. Além de que nada se resolve ligando para lá. Tive o  desprazer de contratar o serviço deles no último dia 05 de novembro e, desde  então, só   tenho aborrecimentos. Até hoje, um mês depois, não  consigo desbloquear o aparelho, algo que é um direito do consumidor. Eles estão me cobrando por mensagens noticiosas, coisa que eu não contratei e ainda, avisei antes para o atendente, justamente para evitar este tipo de cobrança. Nada adiantou. Hoje, tentei falar no 1054, e desde às 20:25h até este momento, 20:43h, não consigo ser atendido por alguém...uma gravação diz que vai transferir e depois de tocar por várias vezes, a ligação cai...É triste. Uma empresa que se diz uma das maiores e com este tipo de serviço ? É vergonhoso, isso sim!

Escrito por Olnei às 20h45
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11/10/2008


Pára tudo! O Galo atropelou o Urubu!!

Nada como uma vitória incontestável, em cima de um rival histórico como é o Flamengo, para as coisas melhorarem um pouco. O Galo de hoje, em muito lembrou aquele Galo vingador de tantas glórias passadas, cantado com maestria na canção maior da massa atleticana.
Páre o mundo, esqueça-se a crise nas bolsas. O meu Galo ganhou. E ganhou bem!
Galo forte, vingador...

Escrito por Olnei às 23h59
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06/10/2008


Melancia, não dá voto!

O candidato a vereador em Itu-SP, Gordinho de Itu, que aparecia no horário eleitoral na tv, comendo melancia, feito um doido, conseguiu apenas 116 votos.Melancia não dá voto!!

Escrito por Olnei às 17h28
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Eleições 2008

Nas eleições 2008, os grandes perdedores, foram os institutos de pesquisa.

Escrito por Olnei às 17h25
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17/09/2008


Cemig - A pior energia do Brasil

A Cemig, através de publicidade ostensiva e ainda, na mensagem de espera no serviço de atendimento que  diga-se, é horroroso, gaba-se de ter o seu nome incluso na lista do "famoso" índice Dow Jones em Nova York.

Pois bem. Esta mesma Cemig, tão bem rankeada no mercado internacional, por acaso, é a mesma concessionária de energia elétrica que deixou(mais uma vez!), toda uma região de Contagem (Riacho, Nv Riacho e Santa Cruz) sem luz, por 21 horas entre os dias 15 e 16 de setembro/08. Das 16:00h da segunda até 13:00h de terça.

Antes de se preocupar-se com os índices internacionais do capital, esta empresa deveria primeiro, fazer o dever de casa e atender satisfatoriamente os seus consumidores, que, de resto, são os seus verdadeiros proprietários. O seu capital provém dos impostos pagos pelo contribuinte mineiro.

Parece que ela se esquece disso. Pois, só este lapso de memória pode explicar tamanho descaso (21horas sem luz!!), para com aqueles aos quais, ela deveria servir, sem favor nenhum. Haja visto o elevado valor das contas de energia elétrica que os mineiros pagam à mesma.

Ou então, estamos falando de incompetência mesmo. Aí, são outros quinhentos.

Escrito por Olnei às 14h44
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26/08/2008


"Que tal Linux?"

Peço licença ao Márcio Pessoa, pra reproduzir aqui um belíssimo artigo, publicado por ele em seu website. São argumentos irrefutáveis em favor do software livre. Desmistifica mitos e preconceitos em torno do Linux. Não tenho nada contra os softwares proprietários, dos quais fiz uso por um longo período. Mas, deste o ano passado, estou convencido, de que o Linux é o melhor em todos os sentidos. Principalmente, na filosofia. Seja livre, use Linux!
Eis o artigo do Márcio :

Que tal Linux?
Mácio Pessoa
marcio@pessoa.eti.br
Revisão: 0.1b - 2008-08-23


O título/pergunta desse artigo tem sido o foco das minhas últimas semanas, tanto no trabalho quanto com os amigos. Com a queda dos preços de computadores e a facilidade de pagamento é cada vez mais comum ver aglomerações nas lojas nos setores de informática.

As telas grandes de LCD com interfaces gráficas montadas pelas diversas distribuições Linux deixam os compradores com expressões no mínimo curiosas. As pessoas habituadas com Windows vêem o Linux como algo de outro mundo, afinal a disposição dos itens na tela são diferentes, os screen savers tem um apelo muito mais psicodélico e... Onde foi parar o botão verde (Iniciar)?

Gosto muito de empregar algum tempo nas lojas de departamentos, fico próximo dos computadores com Linux para sentir as impressões das pessoas... Nessas empreitadas já tive o desprazer de presenciar vendedores instruindo compradores em instalar o Windows após levar um computador com Linux. Os argumentos são os mais diversos possíveis: "não há problema de instalar software pirata em casa, a polícia nunca irá à sua casa para verificar", "você leva esse com Linux e instala o Windows, assim economiza dinheiro".

Esse artigo é um convite para quem quer saber um pouco mais sobre o universo do software livre e proprietário e como defender de forma racional (sem radicalismos) o Linux como uma opção viável.
Consumo de recursos

Uma instalação do Linux com todos os recursos que um usuário comum pode exigir consome cerca de 8GB de espaço em disco, onde estará disponível além do sistema operacional uma suite de aplicativos de escritório (OpenOffice.org), um ou mais reprodutores de músicas e filmes, editores de fotos e imagens vetoriais (Gimp e Inkscape), comunicador instantâneo compatível com MSN, Google Talk, ICQ e tantos outros (Pidgin), programas para gravar CDs e DVDs, cliente de voz sobre IP (Skype), alguns jogos bem mais excitantes que Campo Minado e Paciência, e obviamente um browser de excelente qualidade para acesso à Internet (Firefox).

O conjunto equivalente de aplicações num computador com Windows Vista consumiria não menos de 30 GB de espaço em disco, sem falar que todos esses softwares teriam um custo de cerca de R$ 3.400,00 para usuários domésticos.

No cenário corporativo o mesmo hardware com os mesmos programas proprietários teriam um custo de aproximadamente R$ 4.200,00, pois muitos softwares podem ser usados livremente (ou com custo reduzido) para fins não comerciais, porém nas empresas a situação bem é diferente. É importante também levar em consideração que se o computador precisar acessar um servidor na rede da empresa será necessário adquirir uma licença de acesso com custo médio de R$ 100,00.

Softwares baseados em software livre também consomem menos recursos, por essa razão apresentam um melhor desempenho. Uma máquina com 512 MB de memória RAM é suficiente para executar o Linux com um editor de texto e mais alguns programas abertos simultaneamente com excelente desempenho. No Windows Vista, com 1 GB de memória RAM é possível usar um navegador - e olhe lá - o desempenho é bem frustrante, então são recomendados 2GB.

Com o processador não é diferente. Processadores bem simples são suficientes para rodar Linux, mas rodar Windows Vista com menos de 2 processadores é muito desagradável. A última versão do Windows consome muito tempo de CPU e o alto consumo de tempo do ineficaz processo de gerenciamento de interrupções torna o Windows um sistema inoperável.

Logo chegamos a rápida conclusão que para usar programas semelhantes aos do Linux no Windows será necessário um hardware melhor, então é preciso gastar mais mais dinheiro...
Garantia

Será que o software proprietário é sinônimo de que ele sempre funcionará?

Certamente não! É muito comum as pessoas terem a sensação de estarem protegidas ou cobertas por algum tipo de garantia quando compram um software. Essa mesma sensação faz as pessoas intuitivamente pensarem que um anti-vírus "pago" tem qualidade superior a um similar com licença livre. Recomendo a essas pessoas que leiam com atenção o termo de licença de uso do software para terem uma infeliz surpresa. Normalmente a licença contem mais clausulas contendo as não obrigações dos fabricantes e as imposições ao usuário do que algo que realmente traga algum valor prático.

Nos meus tempos de suporte técnico e atendimento ao usuário já recorri às empresas de software proprietário diversas vezes, e depois de ser instruído a desinstalar e instalar, apagar chaves do registry e também formatar (isso mesmo, os atendentes da Microsoft já me instruíram a formatar o HD) em algumas situações. Percebi que na prática não faz a menor diferença se um produto tem ou não suporte, pois a melhor solução para os problemas sempre pode ser encontrada pesquisando na Internet.

A garantia de um software proprietário também não é para toda vida! Ainda hoje conheço pessoas que compraram licenças das versões mais antigas do Windows e estão completamente descobertas de garantia de funcionamento ou atualizações de segurança. É muito comum que os fabricantes de software proprietário encerrem o suporte para os produtos, pois é financeiramente impraticável manter suporte técnico para todos os produtos por toda vida.

No software livre esse conceito é completamente diferente, pois como não é necessário comprar uma licença de software é possível sempre ter as últimas versões dos programas sem nenhum custo, dessa forma o usuário sempre poderá ter seu computador munido com os programas mais atuais, com as funcionalidades mais modernas e com as atualizações mais recentes para os problemas que possam ocorrer.
Facilidade

Será que mesmo ainda hoje o Windows é mais "fácil"?

Eu já começo a ter sérias dúvidas... Deixe-me dar um simples exemplo. No linux o empacotamento dos programas é de responsabilidade do distribuidor, dessa forma quando é feito upgrade do sistema todos os programas do seu computador seão atualizados.

No universo do software proprietário isso é bem diferente, pois cada software tem seus próprios métodos de atualização. Ainda que sejam automatizados não estão todos integrados num único processo. Ou seja, é necessário realizar as atualizações do Windows e Office, posteriormente dos programas de editoração gráfica, então do leitor de arquivos PDF, sem esquecer do gravador de CDs e DVDs e por aí a fora...

Numa pesquisa um pouco informal constatei que um computador com softwares proprietários faz download de cerca de 200 MB de atualizações por semana, enquanto um computador com software livre consome cerca de 15% desse volume no mesmo período.

As atualizações nunca foram tão inconvenientes como hoje, pois são muito grandes e consomem muito tempo para serem instaladas. Certamente o leitor já passou pela situação de precisar usar um software urgentemente e ele ficar emitindo avisos de que a nova versão está disponível...

E quando o executivo precisa desligar o notebook para ir apresadamente para uma reunião com um cliente importante e então o Windows avisa que está instalando a atualização 3 de 56? Não é possível desligar de forma forçada o notebook pois existe o risco de corromper o sistema. - Perder o cliente ou os arquivos do computador? - se pergunta o executivo.
Compatibilidade

Mas esse programinha vai abrir os meus documentos?

Essa é a pergunta que não quer calar para os usuários, e a resposta é sim! É possível editar todo tipo de documento do Microsoft Office com o OpenOffice.org. Obviamente existe algumas ressalvas, mas o usuário comum vai perceber poucas diferenças de funcionalidades entre as duas suites de escritório.

Quanto ao acesso à Internet nem é preciso mencionar nada, afinal o Firefox está bem presente no mundo Windows, é até difícil encontrar alguém que prefira o Internet Explorer ao Firefox. Os clientes de mensagens instantâneas também estão aí com toda força e você não ficará sem conversar com seus amigos.
Conclusão

Antes de instalar Windows em seu computador com Linux ou encorajar que alguém o faça, saiba que:

* Ele terá desempenho inferior.
* Sobrará menos espaço no seu HD.
* Talvez seja necessário fazer um upgrade de hardware.
* E evidentemente será necessário desembolsar um bom dinheiro!

E você, gostaria de me ajudar a difundir o Linux como uma opção viável ao Windows? Então pergunte aos seus amigos e colegas de trabalho:

-"Que tal Linux?"

Certamente agora você tem condições de sanar dúvidas e rebater críticas não construtivas. Agora você é um evangelizador do software livre!

* Meu foco principal nesse artigo é atingir o usuário final, aquele que vai ao supermercado comprar seu primeiro computador, então não vou cair no preciosismo de mencionar as raízes do software livre e como é bom ter acesso ao código fonte dos programas, pois essas informações não tem nenhum proveito para o usuário comum de computadores.

Fonte :
http://pessoa.eti.br/main/?content=article&id=17

Escrito por Olnei às 12h46
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08/08/2008


Um belo comercial do Linux

Escrito por Olnei às 23h16
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06/08/2008


Vamos ajudar o projeto Fedora

Divulgando...

Campanha de doações para compra de Impressora/Duplicadora de CDs/DVDS

Visando a difusão do Fedora e a expansão da quantidade de mídias distribuídas a cada versão do Fedora em território nacional, o Projeto Fedora Brasil criou esta campanha de doação para a compra de uma impressora e duplicadora de CDs/DVDs.

Esta impressora/duplicadora será utilizada para gravação e impressão de mídias que serão distribuídas em eventos, grupos regionais e para aquelas pessoas que desejam instalar/testar o Fedora e não têm acesso a banda larga.

Nossa meta é atingir a quantia de R$6.000 para a compra do equipamento, para isso, contamos com a sua ajuda em doações e na difusão da campanha.

Doar é fácil, basta efetuar o depósito/transferência para a conta do Banco do Brasil aqui especificada ou pelo Paypal, usando o botão abaixo, e enviar o comprovante de deposito/pagamento, juntamente com seus dados pessoais para Rodrigo Padula de Oliveira, rodrigopadula@projetofedora.org, colocando no título do email -> Comprovante de doação.

Para estimular as doações, criamos alguns benefícios para pessoas físicas e instituições.

A lista completa de doadores e doações estão listadas no final desta página e serão mantidas no site após o termino da campanha, ordenados pela quantia da doação.

Segue abaixo os planos de doação:

- Instituição
Diamante Acima de R$200,00 (Banner exposto no site durante 3 meses)
Ouro R$200,00 (Banner exposto no site durante 2 meses)
Prata R$150,00 (Banner exposto no site durante 1 mes)
Bronze R$100,00
* Os banners serão publicados na página inicial do portal em espaço rotativo no canto direito (Veja links e apoio).

- Comunidade/Colaboradores
Diamante Acima de R$50,00 (ganha uma camisa do fedora)
Ouro R$50,00 (dvd das duas proximas versões do fedora)
Prata R$30,00 (dvd da proxima versão do Fedora)
Bronze R$10,00
* Para ampliar sua doação, você pode optar por não receber seus brindes.

Conta para doações:
Banco do Brasil
Ag 4457-1
CC 10078-1
Rodrigo Paula de Oliveira

Escrito por Olnei às 22h02
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Software Livre - debate TV Câmara

Na grade de programação da TV Câmara desta quarta-feira 06, está previsto na edição do programa Participação Popular, um debate sobre software livre com a participação dos deputados, Paulo Teixeira (PT-SP) e Eudes Campos (PT-CE).
A conferir.

Escrito por Olnei às 20h21
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